• Marca Odisseia

    Odisseia é uma história contada em duas narrativas que se cruzam. Na primeira, temos Bruno Nogueira e Gonçalo Waddington (interpretando-se a si mesmos), dois amigos que partem numa viagem por Portugal em autocaravana. Ambos sentem necessidade de se afastarem das suas vidas profissionais e familiares e de pensarem uma solução para os seus dramas pessoais. Na segunda narrativa, contada como um making-of ficcionado, existem os argumentistas da própria série Odisseia: Bruno Nogueira, Gonçalo Waddington e um terceiro elemento, Tiago Guedes, o realizador. Os três autores, qual Deus ex Machina, decidem o destino dos nossos heróis e da própria história enquanto vai sendo escrita, interferindo directamente na viagem dos dois amigos, escolhendo os actores que devem aparecer na história, como o Nuno Lopes, a Rita Blanco, o Manuel João Vieira ou o cantor Camané, mudando os desejos e motivações dos protagonistas, deste modo brincando com as suas vidas. Nesta odisseia, os nossos heróis, vivendo aventuras absurdas e travando amizades improváveis, sempre com o olhar atento e implacável dos seus criadores, irão aperceber-se de que a solução para as suas vidas está em encarar as suas responsabilidades e não em fugir delas. Ser homem é um destino e não uma fatalidade.

  • Série de comédia política sobre os assessores políticos dos gabinetes ministeriais e da oposição e da conivência destes com interesses económicos e políticos que determinam a forma como as decisões são tomadas.

  • Série de entrevistas de Laurinda Alves a portugueses com muito talento, ideias inovadoras, projectos originais e iniciativas criativas, que vivem e trabalham em Portugal. A aposta desta série é revelar os portugueses no seu melhor, mostrar que somos tão bons lá fora como cá dentro. Nesta lógica, o valor dos testemunhos dos 26 entrevistados destes programas é, acima de tudo, um valor inspirador e motivador.

  • “Noite sangrenta” é uma mini-série televisiva de 2 episódios de 50 minutos alusiva ao centenário da república portuguesa. A história reporta à chamada “Noite Sangrenta” de 19 de Outubro de 1921, em que alguns dos heróis de 1910, como Machado dos Santos e Carlos da Maia, foram assassinados por uma milícia de marinheiros e guardas-republicanos na sequência de um golpe político-militar e de mais uma mudança de governo. Berta da Maia, viúva de Carlos, decide investigar e confrontar Abel Olímpio, o chefe da milícia entretanto julgado e preso na penitenciária de Coimbra. “Noite sangrenta” relata em paralelo os acontecimentos de 19 de Outubro de 1921 e os passos da demanda de Berta da Maia para revelar a identidade dos mandantes dos crimes. O processo judicial nunca foi reaberto. Berta da Maia publica o livro “As minhas entrevistas com Abel Olímpio, o Dente d’Oiro” na véspera do golpe que dá origem ao Estado Novo.